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Reis e Reis
O tratamento das juntas é recomendado para vedação, evitando infiltrações de água, substâncias químicas e materiais sólidos, prevenindo a erosão da sub-base do pavimento e/ou corrosão das barras metálicas de transferências embutidas no concreto, proporcionando maior vida útil do pavimento.

O primeiro passo é definir qual o tipo de junta, a partir do tráfego e trabalho estrutural :
São executadas usualmente transversalmente ao eixo de construção dos pisos, na fase em que o concreto esteja recém acabado (início da fase de endurecimento) através de corte com disco diamantado.
Sua movimentação relativa é bastante grande quando das variações térmicas, estruturais ou sub-tráfego de veículos de alta carga, e portanto devem ser preenchidas com selantes de boa aderência às bordas, capacidades de alongamento na tração e menor deformação à compressão.
São usualmente longitudinais às obras e limitam as bordas das pistas ou placas de piso concretadas em cada dia.
Normalmente não apresentam grandes movimentações, mas sim maior fragilidade por ser o ponto de concentração da argamassa do concreto, e tendo em vista ser formada a partir da fôrma de construção, o concreto nesta região é menos adensado, agravando sua rápida deterioração.
As juntas são transversais e longitudinais de descontinuidade do concreto devem absorver as tensões permitindo a livre movimentação do piso, tendo maior abertura do que as anteriores .
Dependendo do tráfego de veículos ou cargas no local, devem ter suas bordas reforçadas com perfis metálicos (cantoneiras) ou argamassa de alta resistência (epoxídica), pois em função de sua maior abertura, torna-se mais sensível ao choque das rodas ou massas.

Para o tratamento das juntas deve-se sempre atentar para o tráfego e ao local que receberá o tratamento, isso porque podem existir ambientes quimicamente agredidos (expostos a óleos, solventes, ácidos,etc.) ou que recebem abrasão intensa. No primeiro caso, o procedimento é fazer um ensaio previamente. E no segundo caso deve-se escolher um produto com baixa perda de massa, boa aderência e baixa pegajosidade.

A facilidade de aplicação representa um melhor preenchimento e portanto melhor vedação e proteção da junta. Veja aqui alguns tipos de selantes e recomendações:

É bastante recomendado para calafetações de juntas, porém deve-se observar os tipos de durezas ‘Shore A’ de produto tendo que estudar o tipo de tráfego (leve, médio, pesado). Em área externa deve ter proteção ultravioleta, boa elasticidade e excelente alongamento.
É recomendado para selamento de pontes (obras de arte), pavimento rodoviários (concreto/concreto ou concreto/asfalto) e pátio de aeroportos. Possue super elasticidade, resistência a intempéries e aos raios ultravioletas (UV), é autonivelante e pode ser utilizado em construções novas ou correções em construções antigas.
É recomendado para juntas sujeitas a tráfego intenso de veículos pesados, empilhadeiras e carrinhos de roda rígida. É resistente a agentes agressivos e abrasivos. Para pisos novos deve-se apenas respeitar o período de 90 dias após a cura do concreto.
É o reforço de borda com argamassa epoxídica, moldada ‘in loco’, para juntas esborcinadas (quebradas) e altíssimo tráfego de empilhadeiras. É procedimento largamente utilizado para reparo de juntas de pisos antigos, cujas juntas tenham sofrido algum tipo de impacto e que apresentam quebra de bordas.
Para maiores informações, entre em contato com nosso departamento técnico.
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